Referências bibliográficas
-agrotóxicos
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alimentos
-precaução
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agricultores
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plantações
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sustentabilidade
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contaminação
“Os
agrotóxicos, sendo biocidas, são produtos perigosos, possuindo elevado
potencial de dano à saúde humana, animal e ao meio ambiente […].”
“O estudo
aponta que os agricultores gaúchos utilizam em suas plantações 4,2 quilos de
agrotóxicos por hectare, o que representa 16,66% a mais do que a média
nacional, que é de 3,6 quilos para a mesma proporção.”
“[…]
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o Brasil é um dos
maiores consumidores mundiais de agrotóxico.”
“[…] Cada vez mais, os efeitos deletérios
dos agrotóxicos remetem para a restrição ao uso e à sua não utilização, até
mesmo pelo princípio de precaução.”
Uma pesquisa feita pelo IBGE e
publicada pelo Jornal Semanal de Porto Alegre mostrou que o Rio Grande do Sul
usa uma quantidade maior de agrotóxicos em suas plantações do que a média
nacional (valor aproximado de 3,6 quilos por hectare), e a média do estado é de
4,2 quilos de agrotóxico por hectare.
Mas os estados do Rio de Janeiro (10,9
quilos por hectare), São Paulo (6,9) têm índice ainda maior que o Rio Grande do
Sul.
Segundo a Lei Federal n.º 7.802,
criada em 11/07/89, o objetivo do uso de agrotóxicos seria alterar a composição
da fauna e da flora a fim de protegê-las de seres vivos que poderiam fazer
qualquer mal as mesmas. Mas hoje em dia,
seu objetivo não esta sendo cumprido. Usam-se mais agrotóxicos do que o
necessário. Seu uso abusivo durante
décadas têm desenvolvido seres resistentes, a contaminação do solo e da água e
têm levado a intoxicação de produtores rurais. Os agrotóxicos podem causar
muitas doenças e em longo prazo levam ao câncer, malformação em fetos, com isso
causando alteração na genética podendo passar essa malformação para os
descendentes.
Mas de algumas décadas para cá, a
sociedade tem se conscientizado sobre os efeitos preocupantes dos agrotóxicos a
nossa saúde. Por isso foram criadas leis a respeito da produção industrial, seu
armazenamento, transporte e uso, e ainda quanto ao destino final de sobras e
embalagens, porém são poucas as empresas e os produtores que as respeitam.